Precisando de tratar de assuntos pessoais na Maxixe, logo pela manhã resolvi tomar um barco e ir visitar "o outro lado" da baía de Inhambane.
O cais, o barco que me levou (são dois barcos iguais que navegam deste o nascer do sol até cerca das 22h, de meia em meia hora) e interior do mesmo (na altura ainda quase vazio... mas esgotou a lotação!)



No regresso vim neste "
barquinho" (
é assim que lhe chamam!). Como este há uma boa dezena a fazer a travessia - "sai assim que estiver cheio" - levando umas 20 pessoas de cada vez... Só navegam de dia e se as condições meteorológicas forem boas.

Na ida e/ou na volta, tal como os passageiros que se preparam para também atravessar a baía, poderia ter optado por um veleiro... mas a viagem, apesar de mais típica, seria mais demorada... e o tempo que tinha era curto...

Veleiros já do lado da Maxixe.

Do mar, três vistas para a Maxixe



Desembarque na Maxixe...

Não, o porco não estava à minha espera! Não se vê, mas tem as pernas de trás amarradas... estava à espera de barco para ser transportado para Inhambane (
matadouro?)

O cais de Maxixe

A N1, que liga Maputo ao norte, ao passar na Maxixe "transforma-se" na avenida principal. Muitos carros, muito movimento, muito pó,...



Uma outra estrada...

...um caminho que sai daquela...

...algumas casas...


...ou até mesmo uma escola.

O tempo que dispunha para estar na Maxixe estava a terminar mas ainda tive tempo para visitar o Mercado "informal" da Maxixe. Como este há poucos, quer pelo seu tamanho, quer pela variedade de produtos à venda, quer mesmo pelo número de pessoas que o frequentam... aqui ficam algumas fotos.




Obrigado João Taborda... Esta visita às terras de Inhambane tem sido "prodigiosa" cá para a "Rapaziada"!
ResponderEliminarAbração... E boa continuação da Estadia e da Boa Disposição!...
César